Equipamentos Culturais

Veja abaixo nossos equipamentos culturais





Biblioteca Pública Municipal Professor Tobias Rodrigues


Subtitulo:
A Biblioteca Pública Municipal Professor Tobias Rodrigues da Estância Turística de Tupã foi fundada pelo Decreto de Lei 14º de 13 de agosto de 1941 e nos dias de hoje está situada na Avenida Tamoios,1.660 – Centro, em Tupã/SP, com seu funcionamento das 7:00 ás 17:00 horas.
Historico:
A Biblioteca Municipal "Professor Tobias Rodrigues" é um dos principais espaços culturais de Tupã, São Paulo, dedicada a promover a leitura e o acesso ao conhecimento para toda a comunidade. Fundada em 1941, ao longo de sua história tem sido um ponto de referência para estudantes, pesquisadores e amantes da literatura. Em abril de 2024, a biblioteca foi reinaugurada em um novo endereço, na Avenida Tamoios, nº 1660, ao lado do Teatro Municipal "José Antônio Parra Gomes". O espaço modernizado conta com uma ambientação acolhedora, ideal para leitura e estudo. Seu acervo ultrapassa 33 mil obras, dentre elas 330 áudio livros, 45 livros em braile, incluindo títulos de renomados autores, publicações em braile e recursos multimídia. Além disso, a biblioteca dispõe de um setor infantil voltado à formação de novos leitores, bancadas para notebooks e acesso gratuito à internet Wi-Fi. O local funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h, com entrada livre. Para empréstimos, os interessados devem solicitar a carteirinha, apresentando documento de identidade e comprovante de residência; menores de 16 anos precisam estar acompanhados por um responsável. Agendamentos para visitas em grupo podem ser feitos pelo telefone (14) 3491-5013. A biblioteca também oferece um sistema de consulta digital do acervo, disponível no site oficial da Prefeitura de Tupã, proporcionando maior comodidade aos usuários. Com essa estrutura moderna e acessível, reafirma seu compromisso em incentivar a cultura e o aprendizado na cidade.
Missão:
Promover o acesso à informação, incentivar a leitura e contribuir para a formação educacional e cultural da comunidade de Tupã. O espaço busca proporcionar um ambiente acolhedor e acessível para todas as idades, oferecendo um acervo diversificado, incluindo livros, publicações em braile e recursos multimídia. Além disso, a biblioteca desempenha um papel fundamental na preservação do conhecimento, apoiando estudantes, pesquisadores e leitores em geral. Por meio de projetos culturais, eventos literários e atividades educativas, a biblioteca se compromete a estimular o hábito da leitura desde a infância e a fortalecer a identidade cultural local.
Endereço:
Avenida Tamoios, 1660, Centro, Tupã-SP, ao lado do Teatro Municipal José Antônio Parra Gomes.
Telefone:
(14) 3491-5013
Horario de Atendimento:
7:00 ás 17:00 horas, de segunda a sexta-feira.
Outras Informações:
Histórico: A primeira Biblioteca pública de Tupã foi criada por meio do Decreto Lei 14 de 1941, e registrada em 1943, no Cadastro de Bibliotecas Públicas Brasileiras. Em 1949, funcionou na sala de reuniões da Casa do Pequeno Lavrador [não se tem registros sobre], sob a responsabilidade do bibliotecário Boaventura Avelar Campos. Com a aprovação do Projeto de Lei nº 19-1953, foi transferida para o Colégio Estadual e Escola Normal de Tupã. A mesma lei autorizou o Prefeito Municipal a fazer a doação do acervo, comprometendo-se a escola a permitir a frequência pública e a elaborar um regulamento. Uma outra biblioteca foi organizada, em 1955 [não se tem registros sobre] , no Centro Cultural Mário de Andrade. Com o encerramento de suas atividades, em 1961, seu acervo foi transferido para o Centro do Professorado Paulista. Com a publicação do Decreto 1.854, de 1969 [não se tem registro sobre], a biblioteca passou definitivamente para a municipalidade, funcionando em duas salas do prédio situado na esquina da Avenida Tamoios com rua Caingangs, 337, no pavimento superior. Pelo autógrafo Nº2.318 de 27 de agosto de 1979. Com a criação do Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre, o acervo foi transferido para esse local, no ano de 1981, onde ficou até 1992, quando foi instalada a biblioteca, no prédio da rua Cherentes, recebendo o nome atual, Biblioteca Municipal Professor Tobias Rodrigues, em homenagem ao emérito professor da cidade. Em 1997, quando se completavam trinta anos de sua morte, foi-lhe prestada uma homenagem, em solenidade a qual compareceram sua esposa, Flórida de Campos Rodrigues, seus filhos, autoridades e escritores, oportunidade em que autografaram livros escritos por eles. O encontro, caracterizado por atividades culturais e momentos de deleite, teve seu ponto alto na apresentação de poemas e canções, interpretadas pelo próprio filho do homenageado, o cantor Luiz Fabiano. A biblioteca funcionou, a partir de 1998, na rua Carijós, 610, pelo Autógrafo Nº 3.767 de 16 de setembro de 1998. Desde 2005, estava em área central da Avenida Tamoios, com acervo de 33 mil volumes em livros catalogados, cinco assinaturas de jornais, dez de revistas, dvds e cds. A média de retirada é de 60 obras diárias, pelo público, com destaque para a literatura.

Bosque Tamara Apse Arajs - Varpa


Subtitulo:
Historico:
Revitalizado e inaugurado em 18 de dezembro de 2024, o local anexo ao Museu Histórico dos Pioneiros Letos em Varpa “Janis Erdbergs” conta agora com caminhos pavimentados entre as árvores, mesinhas, bancos, lixeiras, bebedouros e cadeiras para trilha acessível. Dos imigrantes vindos em 1922 para a região que hoje é a Varpa, Tamara Apse Arajs foi a última a falecer. Familiares contam ainda que ela chegou ao Brasil com apenas um ano de idade, e durante toda vida, até sua morte em 2013, manteve as tradições do povo da Letônia, conversando em casa apenas no idioma leto, contando inúmeras vezes a história da imigração e de como o distrito evoluiu.
Missão:
Preservar e valorizar a história e a cultura da comunidade leto-brasileira em Tupã, proporcionando um espaço de lazer, contemplação e inclusão para moradores e visitantes. Além de ser um ambiente natural revitalizado, o bosque promove acessibilidade, turismo sustentável e a memória dos pioneiros letões que ajudaram a desenvolver a região.
Endereço:
Adjacente ao Museu Histórico dos Pioneiros Letos Janis Erdbergs, com sua entrada principal a situado entre a Rua Maria Mellemberg e a Rua Riga.
Telefone:
Horario de Atendimento:
Aberto todos os dias.
Outras Informações:

Espaço Cultural José Anselmo Filho - Zé Pretinho


Subtitulo:
A MÚSICA COMO EXPRESSÃO DA CULTURA.
Historico:
O Espaço Cultural Zé Pretinho, localizado no coração de Tupã, é um dos principais palcos culturais da região. Com uma estrutura preparada para receber grandes eventos, o local já foi cenário de apresentações marcantes de diversos artistas e bandas renomadas, além de festivais e eventos que movimentam a cena cultural da cidade, como o programa cultural Quinta com Arte, Feira da Solidariedade, Tupã Junina, Festival do Folclore, Natal de Luz, Circuito Sesc de Artes, etc. Além da música, o espaço também abriga exposições, encontros artísticos e batalhas de hip-hop, consolidando-se como um ponto de referência para a cultura e o entretenimento em Tupã.
Missão:
Ao longo dos anos, o Espaço Cultural tornou-se um símbolo da identidade cultural da cidade, sendo um ponto de referência para artistas, educadores e amantes da arte. Seu impacto vai além das apresentações, promovendo a inclusão social e a valorização da cultura como um instrumento de transformação e pertencimento.
Endereço:
Praça da Bandeira, s/n, Centro, Tupã.
Telefone:
(14) 3491-5013 - Secretaria Municipal de Cultura
Horario de Atendimento:
Atendimento telefônico para agendamentos e informações na Secretaria Municipal de Cultura: 07 às 11 e das 13 às 17h.
Outras Informações:
José Anselmo Filho, conhecido como “Zé Pretinho”, nasceu em Ituverava, na região metropolitana de Franca, interior de São Paulo, em 30 de dezembro de 1938. Filho dos lavradores José Anselmo e Jerônima Maria de Jesus, era neto de escravos. Ainda na infância, mudou-se com a família para uma propriedade rural em Colina, onde viveu por cerca de 20 anos. Em 1958, aos 20 anos, casou-se com Maria Rosa de Jesus, com quem teve cinco filhos. Três de suas filhas — Geni, Marilda e Marli — seguiram seus passos na música, tornando-se instrumentistas e participando do antigo Coral Infantil Municipal. O talento musical de Zé Pretinho surgiu cedo, aos 18 anos, quando demonstrou grande habilidade tanto com instrumentos de cordas quanto de sopro. Em 1962, aos 24 anos, mudou-se para Tupã e rapidamente se destacou no cenário musical da cidade, integrando bandas e orquestras locais. Atuou como professor de violão na Associação de Ensino de Tupã, no Instituto Artístico Santa Cecília, na Escola Magda Tagliaferro de Penápolis e também em Bastos. Destacou-se como saxofonista alto na Banda Bird`s, na Orquestra de São José do Rio Preto e na Leopoldo & Orquestra Tupã, onde tocou junto aos irmãos Castro. Também integrou a Orquestra Municipal Maestro Júlio de Castro, incentivando a participação de sua filha, que hoje faz parte do grupo. Além de lecionar saxofone, trompete, contrabaixo e violão, como maestro, foi responsável pela criação e elaboração de diversos arranjos musicais para o Coral Infantil do município. Foi homenageado pela Câmara Municipal, cuja moção endereçada a família trazia os seguintes dizeres:

Museu Histórico dos Pioneiros Letos Janis Erdbergs


Subtitulo:
Um pedacinho da Letônia no interior paulista.
Historico:
O Museu Histórico de Varpa, localizado no distrito de Varpa, em Tupã, é um importante guardião da memória da imigração letã no Brasil. O espaço é dividido em diversas áreas que contam a história e preservam a cultura da comunidade. No salão principal, estão expostas peças que retratam a chegada e o cotidiano dos imigrantes letões, com objetos, documentos e fotografias que ajudam a reconstituir essa trajetória. O museu também conta com um estúdio artístico, onde estão reunidos itens de fotografia e pintura, destacando o trabalho de Janis Erdbergs, o fundador do museu e figura importante na comunidade. Além disso, há uma biblioteca com um acervo especializado, uma reserva técnica que armazena e preserva itens históricos, e, ao fundo, um espaço especial: um pequeno espaço onde residiu Janis, cujo ambiente foi mantido para preservar sua história. O prédio onde hoje abriga o museu trata-se de uma igreja desativada. Construído em 1941, foi o templo da Segunda Igreja Batista Leta em Varpa. A Primeira Igreja Batista Leta realizava seus cultos apenas na língua letã, o que dificultava a participação daqueles que já estavam familiarizados com o português, por isso viram a necessidade de uma nova igreja onde os cultos fossem realizados em português. O local abrigou a Segunda Igreja Batista até 1960, quando a mesma entrou em desuso depois que os habitantes dali passaram a frequentar o templo da Primeira Igreja. Janis Erdbergs adquiriu a propriedade em 1979 e em 15 de dezembro de 1980 foi inaugurado oficialmente como museu. Foi um museu particular onde ele mesmo recebia as visitas e lhes contava a história dos imigrantes letos e de cada objeto ali existente. O acervo foi composto por peças que o próprio Janis Erdbergs foi coletando ao longo de sua vida, como moedas, livros, revistas, itens domésticos, tudo o que poderia vir a contar a história dos letos, sendo estas peças doadas por pessoas da comunidade. Janis Erdbergs nasceu em 1912, na Letônia. Era poeta e escrevia poesias que eram publicadas em jornais e revistas na Letônia. Era também fotógrafo e artista plástico. Morava em um sítio propriedade de seu pai. Quando jovem foi para a cidade em busca de emprego, indo até Americana, interior de São Paulo, onde se aperfeiçoou em fotografia, vindo a se tornar um profissional. Permaneceu em Americana por vários anos e retornou a Varpa, continuando seu trabalho como fotógrafo, além de trabalhar na lavoura e agropecuária no sítio de seu pai. Em 1979 vendeu a propriedade onde morava e adquiriu o prédio onde hoje abriga o Museu Histórico e Cultural dos Pioneiros Letos. Em 1993, doou a propriedade e o acervo a Prefeitura Municipal de Tupã, visto que ele já se encontrava com sua saúde debilitada. Janis faleceu em 2002.
Missão:
Preservar e divulgar a história e a cultura dos imigrantes letões que fundaram a colônia de Varpa, em 1922. O museu busca manter viva a memória dos pioneiros, valorizando suas tradições, língua, costumes e contribuições para o desenvolvimento da região. Além disso, o museu desempenha um papel fundamental na educação e identidade cultural da comunidade, promovendo o conhecimento sobre a imigração leta no Brasil e garantindo que esse patrimônio seja acessível às futuras gerações.
Endereço:
Travessa 1, s/n, Distrito de Varpa, Tupã/SP
Telefone:
(14) 3491-5013 - Secretaria Municipal de Cultura
Horario de Atendimento:
Fechado para reforma.
Outras Informações:
A história de Varpa começa muito antes de sua fundação em 1922. Em 1911, o pastor Janis Inkis, que foi o líder espiritual e guia dos letos que emigraram para o Brasil em 1922, visita colônias e igrejas letãs no Brasil. Em 1914 o povo batista leto é levado a ver o Brasil como o seu refúgio. No ano de 1917, a Letônia é dominada por um movimento social e político que ocorreu na Rússia Imperial, a Revolução Russa, onde o regime bolchevista cerceava a liberdade de culto. Os letos, em sua maioria, eram religiosos batistas, e em 1918 a Letônia é marcada por um despertar religioso. Em meados de 1920-1921 surge um movimento espiritual na Letônia, com visões e profecias, e uma dessas profecias tratava-se de um dragão vermelho ocupando o céu do país. Ainda em 1921 os primeiros letos visitam o Brasil para verificar a possibilidade de fundar uma colônia e em 1922 eles chegam em definitivo a nossa região. Foram adquiridos cerca de 2000 alqueires de terra próximos às margens do Rio do Peixe e em novembro de 1922 se instalaram à margem direita do Rio, depois de um longo caminho percorrido da seguinte forma: da Letônia até Hamburgo seguiram por terra, principalmente de trem. De Hamburgo, por navio, navegaram um longo caminho até chegarem ao porto de Santos. Vieram em vários navios diferentes e em vários grupos, de Santos para São Paulo foram de trem, ficando hospedados na Casa do Imigrante, onde puderam se alimentar, descansar e realizar exames médicos. De lá, partiram até Sapezal, distrito de Paraguaçu Paulista, também de trem. Então a pé, por uma trilha de mais de 30 quilômetros aberta na mata pelos próprios letos, chegaram ao destino. Derrubaram a mata, preparam a terra para o plantio, abriram outras estradas e construíram pontes; além de ter um bom comércio, onde funcionava a fábrica de laticínios famosa pela manteiga de Varpa, que era fornecida para a Kopenhagen, conhecida mundialmente por seus chocolates e também fundada por letos que saíram de Varpa em busca de algo melhor em São Paulo. Varpa também tinha uma boa escola e um hospital, sendo o primeiro hospital da região. Os primeiros cultos eram realizados a céu aberto: o toco das árvores era o púlpito, os troncos eram os bancos e o céu estrelado era o teto. A comunidade letã trabalhava para si e para o seu próprio sustento, criaram sua própria moeda para que assim pudessem comprar entre si e ajudar uns aos outros. Por isso a denominação do nome Varpa: espiga de milho; assim como os grãos de uma espiga, viviam em união.

Museu Histórico e Cultural dos Tropeiros


Subtitulo:
Museu Histórico e Cultural dos Tropeiros
Historico:
O Museu Histórico e Cultural dos Tropeiros foi fundado no ano de 2017 e conta com mais de 650 peças relacionadas ao tropeirismo, que foram reunidas ao longo dos anos pelo idealizador do acervo tropeiro e da Comitiva Tropeira, Luiz Gonzaga Tovo, vulgo “Nanguinho". O museu tem como objetivo preservar a cultura das comitivas tropeiras do município de Tupã, além de retratar a história do grupo denominado “Chapéus Brancos”, que em 1964 organizou o primeiro rodeio no município. O movimento tropeiro foi iniciado através da Turma do Chapéu Branco, e no dia 16 de março de 1993 foi realizada a 1ª edição da cavalgada tropeira, tendo como líder Luiz Gonzaga Tovo, popularmente conhecido como “Nanguinho”.
Missão:
Preservar a cultura das Comitivas Tropeiras do município além de retratar a história do grupo denominado “Chapéus Brancos” que em 1964 organizou o primeiro rodeio na cidade de Tupã.
Endereço:
Estação Ferroviária, s/n, em frente a Praça Rui Barbosa, Tupã/SP
Telefone:
Horario de Atendimento:
Segunda a sexta-feira: das 08h às 11h e das 13h às 17h.
Outras Informações:

Solar Luiz de Souza Leão


Subtitulo:
Historico:
O Solar Luiz de Souza Leão, localizado na Rua Caingangs, 600, no centro de Tupã, é um importante patrimônio histórico da cidade. Construído na década de 1930, foi a residência do fundador de Tupã, Luiz de Souza Leão. Sua arquitetura preserva características da época, como o assoalho de peroba e uma fonte interna. Em 1964, Souza Leão doou o imóvel à prefeitura sob a condição de que, após sua morte, fosse transformado em museu e que seus restos mortais fossem sepultados no jardim da residência. Com seu falecimento em 1980, a casa tornou-se um espaço cultural, abrigando um acervo de cerca de 750 peças, incluindo móveis, utensílios, roupas, documentos e fotografias que narram a trajetória do fundador e da cidade. Além do casarão principal, o espaço conta com um salão de jogos e uma área verde com espécies nativas, proporcionando aos visitantes uma experiência imersiva na história e cultura local. Tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico (CONDEPHAAT) em 1972, o solar mantém sua estrutura original preservada. Atualmente, está aberto à visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 08h às 11h e das 13h às 17h. Visitas em grupo podem ser agendadas pelo telefone (14) 3491-5896 ou (14) 3491-5013.
Missão:
Preservar e divulgar a história e a cultura de Tupã, mantendo viva a memória do fundador da cidade, Luiz de Souza Leão. Como museu, o espaço abriga um acervo de aproximadamente 750 peças, incluindo móveis, documentos, fotografias e objetos pessoais que ajudam a contar a trajetória do município. Além da preservação histórica, o Solar também promove ações educativas e culturais, integrando o patrimônio ao ensino e conscientizando a comunidade sobre a importância da valorização e conservação do passado.
Endereço:
Rua Caingangs, 600, Centro, Tupã/SP
Telefone:
(14) 3491-5896 - Solar Luiz de Souza Leão || (14) 3491-5013 - Secretaria Municipal de Cultura
Horario de Atendimento:
Outras Informações:

Teatro Municipal José Antônio Parra Gomes


Subtitulo:
Teatro Municipal José Antônio Parra Gomes
Historico:
O Teatro Municipal "José Antônio Parra Gomes" é o primeiro teatro público de Tupã, situado na Avenida Tamoios, na esquina com a Rua Tapajós. Integrando o Espaço das Artes, sua construção foi concluída em 2020. Com capacidade para cerca de 250 espectadores, o teatro conta com um palco de 151,08 metros quadrados. Desde sua inauguração, tem sediado diversas atividades culturais, como aulas de canto coral, capoeira, balé iniciante, artesanato, ritmos, teatro e zumba. Além de receber grupos teatrais locais, o espaço também é utilizado para exposições artísticas e outras expressões culturais, enriquecendo a cena cultural de Tupã.
Missão:
O Teatro Municipal é um importante espaço para o fomento cultural e formação de novos artistas, proporciona entretenimento, formação de público, além de dar oportunidade na formação profissional, descobrindo novos talentos e garantir acesso cultural à população
Endereço:
Avenida Tamoios, 1650, Centro, Tupã/SP
Telefone:
(14) 3491-5013
Horario de Atendimento:
Agendamentos de segunda-feira à sexta-feira das 7:00 às 11:00 e das 13:00 às 17:00. || Link para agendamentos: https://tupa.1doc.com.br/b.php?pg=wp/wp&itd=5
Outras Informações:
A nomeação do teatro foi sugerida por meio da Indicação 214/2020, de autoria do vereador Charles dos Passos, e oficializada pelo Decreto Municipal 8.833. O Teatro Municipal presta homenagem a José Antônio Parra Gomes, que atuou como diretor comercial da empresa Pi Publicidade e funcionário da SABESP. Além disso, foi um grande incentivador da cultura em Tupã, destacando-se como ator e diretor de teatro amador, além de colaborar com diversas entidades assistenciais do município. José Antônio Parra Gomes integrou o grupo de teatro STATU – Sociedade Teatral Amadora de Tupã e o grupo Teatro Camaleão. Ao longo de sua trajetória, participou de diversas peças, entre elas: Eles Não Usam Black-Tie, de Gianfrancesco Guarnieri (1978-1979); Uma Flauta para o Negro, baseada na obra Dito, o Negrinho da Flauta, de Pedro Bloch (1980); e sua última peça, E a Vida Continua, em 1990.